
PARTE 2: A ASCENSÃO
Após a revolução do Playstation 1 depois de seu lançamento, a indústria e as empresas de games como a Nintendo e a Sega teriam que acompanhar essa mudança. Assim como o lançamento do Mega Drive forçou a Big N a entrar na era dos 16-BIT com o Super NES, a Sega largou na frente em 1994 com um console para a geração seguinte, o Saturn. Em meio a isso a Nintendo resolveu permanecer quieta, decidindo aproveitar a fase de maturidade dos jogos de Super NES. Ela levaria o tempo que fosse necessário para planejar seu próximo console, observando seus competidores enquanto isso. Deste modo , a Segunda Grande Guerra dos consoles foi travada entre a Sega e a Sony, pelo menos por enquanto.



Com o Saturn, a Sega acabou tropeçando em seus próprios pés, por diversos motivos. Ele foi planejado para ser um super console 2D e teve uma nova CPU acrescentada as pressas para lhe dar algumas habilidades 3D quando se soube que era este o enfoque da Sony. O resultado foi um console incrivelmente difícil de programar. A imagem da empresa também havia se desgastado por conta do sucessivo lançamento de expansões para o Mega Drive, que não contavam com uma quantidade suficiente de bons jogos: o Sega-CD e o 32-X, que supostamente transformaria o Mega Drive num console de 32-BIT. Reforçando a impressão de que a pior inimiga da Sega era ela mesma, o Saturn foi lançado de ''surpresa'' no mercado norte-americano, em maio de 1995, com quase nenhum jogo digno de nota além de Virtua Fighter e o preço abusivo de 399 dólares( contra os 299 dólares do Playstation). Os lojistas e as softhouses foram pegos de surpresa e o resultado foram vendas baixíssimas do console.
Com a vitória garantida sobre a Sega, a Sony teria que enfrentar agora a toda poderosa Nintendo, a maior empresa de consoles do mercado na época, guerreira no passado por ter salvo a indústria de games do grande CRASH de 1984. Então, em 1996, a Big N resolveu entrar na Segunda Grande guerra dos consoles com o Nintendo 64, um console de 64-BIT. Mas todo o poder e ameaça que a Nintendo passava para a Sony não passou de uma sombra: com mais de um ano de vantagem e uma base instalada já com milhões de jogadores, a Sony largou na frente e não teve problemas para manter o controle do mercado longe das mãos da Grande N. Para começar, a opção do N64 pelos cartuchos, em vez dos CDs, que se tornavam imediatamente o padrão do mercado, mantinha o preço de seus jogos mais altos do que os do PS1. As antigas empresas com as quais a Nintendo contava para fazer o sucesso do NES e SNES, CAPCOM, KONAMI, EA, entre outras, se transformariam em entusiasmadas vedetes da Sony e do Playstation, tanto pelas vantagens dos CDs quanto pelas vantagens oferecidas pela Sony nas negociações. Era mais fácil obter permissão para lançar jogos para o PS1 do que jamais fora com os consoles Nintendo e as empresas ainda tinham grande controle sobre a produção dos seus jogos. A Nintendo sempre intermediou a produção de cartuchos para seus consoles, o que dificultava o planejamento e afetava os lucros das softhouses. Para eliminar a última vantagem do N64, seu preço de 250 dólares, a Sony baixou o preço do PS1 para 200 dólares. Assim, com um console mais caro e menos jogos que a concorrente, a Nintendo trava uma luta feroz para manter o N64 como um console viável no mercado, contando quase que apenas com os jogos que ela mesma produzia.
Com a vitória garantida sobre a Sega, a Sony teria que enfrentar agora a toda poderosa Nintendo, a maior empresa de consoles do mercado na época, guerreira no passado por ter salvo a indústria de games do grande CRASH de 1984. Então, em 1996, a Big N resolveu entrar na Segunda Grande guerra dos consoles com o Nintendo 64, um console de 64-BIT. Mas todo o poder e ameaça que a Nintendo passava para a Sony não passou de uma sombra: com mais de um ano de vantagem e uma base instalada já com milhões de jogadores, a Sony largou na frente e não teve problemas para manter o controle do mercado longe das mãos da Grande N. Para começar, a opção do N64 pelos cartuchos, em vez dos CDs, que se tornavam imediatamente o padrão do mercado, mantinha o preço de seus jogos mais altos do que os do PS1. As antigas empresas com as quais a Nintendo contava para fazer o sucesso do NES e SNES, CAPCOM, KONAMI, EA, entre outras, se transformariam em entusiasmadas vedetes da Sony e do Playstation, tanto pelas vantagens dos CDs quanto pelas vantagens oferecidas pela Sony nas negociações. Era mais fácil obter permissão para lançar jogos para o PS1 do que jamais fora com os consoles Nintendo e as empresas ainda tinham grande controle sobre a produção dos seus jogos. A Nintendo sempre intermediou a produção de cartuchos para seus consoles, o que dificultava o planejamento e afetava os lucros das softhouses. Para eliminar a última vantagem do N64, seu preço de 250 dólares, a Sony baixou o preço do PS1 para 200 dólares. Assim, com um console mais caro e menos jogos que a concorrente, a Nintendo trava uma luta feroz para manter o N64 como um console viável no mercado, contando quase que apenas com os jogos que ela mesma produzia.


A bomba final que marcou definitivamente a vitória da recém-chegada Sony sobre as veteranas Sega e Nintendo foi o anúncio de que a Squaresoft, criadora de série Final Fantasy, sinônimo de qualidade e com grande reputação na história da indústria de games, faria jogos EXCLUSIVAMENTE para o PS1, abandonando sua parceria histórica com a Nintendo em favor das possibilidades que o uso dos CDs trazia para os videogames. Com isso, a Sony subiu vitoriosamente ao topo na indústria de games. Foi o fim da Segunda Grande guerra dos consoles, o fim da geração 2D, o fim da liderança da Sega e Nintendo e o começo da era Playstation!
Domingo que vem, encerro a série com a terceira e última parte da história do Playstation, desta vez, abordando o legado e as consequências que o primeiro console da Sony deixou para o futuro da indústria dos games. Aguardem!
naquela época eu gostava muito mais do nintendo 64 do que o playstation,porquê os gráficos do 64 eram supremos!
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