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12 de set. de 2012

Opinião - Falta de interesse



Decidi publicar aqui no PS2 Eterno uma opinião minha sobre algo que me incomodou/incomoda, e tenho certeza de que outros jogadores sentem o mesmo. Desde o lançamento do PS1/PSX, a Sony não para de lançar versões e mais versões de seus consoles e portáteis. 

Mas aí vem a pergunta: pra quê tantas? O dinheiro, é lógico que é a primeira coisa que vem a nossa cabeça. Mas, se a Sony quer ganhar dinheiro vendendo seus consoles, porque não investe em um console por um período grande de tempo? Pouco tempo depois de o PS1 ser lançado já havia em produção o PS2, e com o PS2 foi o mesmo: mal foi lançado e já falavam em PS3. Tudo bem, é sempre bom um salto tecnológico, um produto para mostrar que eles não estão de brincadeira.

Mas, e os jogadores? Será que eles também pensam em comprar um Playstation com intuito de aproveitar sua capacidade tecnológica ou somente pra se divertir? Tenho certeza de que é a segunda opção. Não jogamos God Of War porque ele tem gráficos fantásticos, jogabilidade ótima e sistema inovador. Jogamos porque ele é divertido, porque gostamos, por mais que isso seja estranho, de partir monstros ao meio. Não compramos Gran Turismo 4 com o intuito de dizer "olha, esse jogo é o único de PS2 que roda em 1080i". Compramos porque ele simplesmente é demais. Mas a Sony e seus fiéis produtores de games tem de acompanhar a barca e deixar de lado consoles que se tornaram lendas, como o PS1 e PS2.

Porém, mesmo com um PS3 em mãos, com um sistema totalmente novo e mais aberto no campo de possibilidades, algumas empresas ainda lançam jogos para consoles "antigos", como o PS2. O problema é que vem a tona, novamente, a questão do dinheiro. Os últimos jogos lançados entre 2009 e 2012 para PS2 são uma prova clara disso. Não há interesse por parte das empresas em dar aos jogadores sem abastamento financeiro (acredito que a maioria) uma experiência, não igual, porque não há como, as dos jogadores de consoles mais potentes. Pegue como exemplo jogos de esportes que são lançados todos os anos. FIFA, PES, WWE, NBA2K e outros. Você joga a versão 2009 de FIFA e joga a versão de 2012 e a única mudança que houve foi a adição do modo Be A Keeper. Só.

É muito triste ver que, apesar de tentar manter a fidelidade com os jogadores antigos, as empresas só querem saber mesmo é do dinheiro. E poucas, digo, POUQUÍSSIMAS, são as "conversões" de consoles mais potentes para o PS2 que valha-se a pena jogar. E todos nós sabemos que, apesar de ainda termos poucas conversões, mesmo medíocres, isto está acabando. O que nos resta agora é botar pra rodar os jogos que eram feitos para o PS2 na época que o PS2 estava em alta, jogos que realmente tiveram um trabalho fantástico, que se tornaram clássicos inesquecíveis, e não apenas caça-niqueis projetados pra encher linguiça da felicidade de multidões.

Dê a sua opinião também sobre esse assunto! Você acha que ainda possa ser lançado um jogo realmente interessante para o PS2 ainda? Diga nos comentários!
Abraços, Leonardo.

--Lembrando que a minha opinião não reflete a de nenhum outro contribuidor do blog, apenas feita para termos uma visão dos seguidores do blog sobre o assunto, independente se positiva ou negativa--

11 de set. de 2012

Análise - Naruto Shippuden: Narutimate Accel 2

Naruto Shippuden: Narutimate Accel 2 foi lançado em 2009 pela Bandai, também produtora de outros títulos de jogos sobre mangás/animes, como Bleach, Dragon Ball etc. Esta edição de Naruto é a que mais conta com personagens jogáveis, são 62 no total. Apesar da lista parecer grande, um terço dos personagens são suas versões "criança", mas claro que isso não tira a graça, pois eles possuem seus golpes e habilidades distintas para cada versão. Vamos a análise.

--História--

Se passa pouco tempo após a volta de Naruto à Vila Da Folha. Em histórias deste tipo, que são adaptadas, não há muito o que analisar, pois já foram exploradas pelo mangá e pelo anime, e Naruto tem um roteiro muito maduro, e muito bom, na minha opinião. A história que o jogo apresenta segue exatamente a história do mangá/anime, e não tenta adicionar elementos para tornar o jogo mais eletrizante, o que é bom. Não se mexe em time que está ganhando.

10 de set. de 2012

Análise de Silent Hill - Shattered Memories (E apresentações)


Olá! Primeiramente gostaria de me apresentar como o mais novo colaborador do PS2 Eterno. Me chamo Leonardo, e vou fazer, na maioria das vezes, análises, mas de vez em quando, quando surgir, vou tentar atualizá-los com notícias. Eu divido minhas análises em partes, história, jogabilidade, gráficos, som e extras.

Gostaria de que, além da minha opinião sobre certo jogo, que vocês também opinassem, fazendo assim uma visão mais mista de quem vem de fora para ver se vale a pena jogar o jogo, tendo como base as diversas opiniões. Bom, vamos à análise!

Silent Hill - Shattered Memories Silent Hill é a segunda, senão a primeira, série de survival horror que mais se bem sucedeu até hoje, ao lado de Resident Evil, que ao longo do tempo, foi perdendo um pouco de suas raízes. SHSM foi lançado em 2010, originalmente para o Nintendo WII, e também projetado para o console da Nintendo, pois com os controles com sensores de movimento você movimenta a lanterna, algo bem pensado. Poucos meses depois, o jogo foi anunciado para o console da Sony. Muitos ficaram de cara feia, alegando que a movimentação e jogabilidade ficaria comprometida, uma vez que o dual shock do PS2 não serve pra sensor. Mas o jogo foi lançado, e os criticaram, penso eu, mudaram suas opiniões.

Vivemos numa era onde a ganância reina, e não seria de menos que a Konami iria lançar Silent Hill multiplataforma, caso obtivesse um sucesso moderado no WII. Desde meados de 2007-2008 que os detentores do PS2 vêm sofrendo com as horríveis adaptações de jogos originalmente feitos para PS3.

Need For Speed - Pro Street é um exemplo. Controles sofríveis, gráficos abaixo da média até mesmo dos antigos e, claro, poder de processamento inferior ao PS3. Mas com Silent Hill, não aconteceu isso. Graças aos deuses da Climax Studios, o jogo não foi uma simples adaptação, e sim um jogo digno de rodar em um PS2, e, acima de tudo, digno de levar um nome Silent Hill, após a burrada que fizeram em Silent Hill 4.