31 de dez. de 2011

""Feliz Ano Novo"""


Recados



'A equipe: Blog Playstation 2 Eterno, deseja a todos nossos seguidores um ano repleto de realizações e muitos games'

28 de dez. de 2011

Analise: Jak 2 - Renegade


Ano de lançamento: 2003
Desenvolvido por : Naughty Dog.
Gênero: Ação/Adventure.
Jak & Dexter no Playstation 2 é o mesmo que Crash para o Playstation, e assim como o irmão mais velho, Jak também tem um brilho único do console eterno, mas peca pela falta de originalidade. Levando isso em conta a Naughty Dog decidiu reformular quase todo o conceito de seu exclusivo para PS2 e trouxe um game mais dinâmico e até obscuro. Jak 2 – Renegade traz o herói de cabelos verdes e seu fiel amigo, Dexter, de volta para uma aventura maior e mais complexa, com direito a um mundo mais abrangente a ser explorado. Talvez este seja o único jogo já feito até hoje onde a liberdade de explorar tenha sido o seu maior ponto fraco.
Cabelos verdes, poderoso e vingativo.

23 de dez. de 2011

Feliz Natal!




Bom dia/tarde/noite galera!

Nós do Blog Playstation 2 Eterno gostariámos de desejar a todos vocês um FELIZ NATAL e um excelente ANO NOVO! Esse ano de 2011 foi recheado de análises e esperamos que em 2012 muitas outras análises e reportagens apareçam aqui no blog. Agradecemos a todos os nossos seguidores pelo apoio e por sempre estarem presentes aqui no blog. 2012 está chegando e com ele muitas coisas boas.

Desejamos a todos BOAS FESTAS recheadas com muitos jogos!

Até mais galera!! ;D

Analise: Dirge of Cerberus - Final Fantasy VII





Ano de lançamento: 2006.
Gênero: Ação/RPG.
Desenvolvedora: Square/Enix.

Do ponto de vista comercial Final Fantasy VII é o episódio de maior sucesso da franquia, ainda que fãs mais tradicionais o encarem como um game cheio de clichês, colocando FFVI no pedestal. Seja como for, é inegável a importância que Final Fantasy VII possui, não apenas dentro da franquia, mas também no universo do RPG´s eletrônicos. Seu sucesso foi tão grande que muitos jogadores esperaram arduamente por uma continuação da história, ou até mesmo um remake do game para as atuais plataformas de games. Em 2006 a Square/Enix trouxe de volta Cloud e sua turma na compilação Final Fantasy VII; um longa metragem (Advent Children), um game para celular (Before Crisis) outro para PSP (Crisis Core) e o fatídico Dirge of Cerberus, que foi lançado exclusivamente para o Playstation 2. A idéia da compilação era usar os games para contar eventos de antes ou depois dos acontecimentos do game original, bem como o filme, que traz uma nova trama que relata eventos após a queda da Shinra.
Contando a história de Vincent Valentine.

Além de expandir o universo de FFVII a compilação também se propôs a desvendar alguns mistérios do enredo, como a história de Zack, por exemplo. No caso de Dirge of Cerberus o centro das atenções é Vincent Valentine, que no game original era apenas um personagem opcional; fato que fez seu enredo ser o menos desenvolvido dos demais heróis do grupo. Por esse motivo veio à necessidade de contar com mais detalhes o passado que, segundo o próprio protagonista, o condena. A trama ainda encontra espaço para explicar fatos interessantes em relação à criação de Sephiroth. Se você é um fã de carteirinha de FFVII (tipo eu, por exemplo) certamente vai ser divertido reencontrar alguns personagens clássicos como Yuffie, Hojo e Cait Sith, caso contrário, a trama dificilmente vai empolgá-lo; mesmo por que só quem realmente conhece a história completa vai entender alguns detalhes. Três anos se passaram desde a queda da Shinra. Reeve, que era o piloto do robô Cait Sith agora lidera uma equipe que previne danos ao planeta. No entanto, uma organização chamada DGS surge, com a missão de invocar a Final Weapon Omega, mas isso só será feito se Vincent cooperar. Para descobrir todos os objetivos da DGS Reeve pede a ajuda de Vincent, que decide lutar contra a organização que quer capturá-lo. É nesse cenário em que o passado sombrio do atirador é contado.

16 de dez. de 2011

Analise: Spawn – Armageddon.


Ano de lançamento: 2003.
Gênero: Ação/Plataforma.
Produtora: Namco.


Em 1992 o cartunista Todd McFariane introduziu no mundo dos quadrinhos um dos personagens mais emblemáticos dessa arte, Spawn, que explora temas fortes e nada recomendado a crianças. O agente da CIA Al Simmons é morto em uma armadilha feita pelo seu antigo chefe. Após ir para o inferno ele negocia com o Diabo. Agora Simmons assume a identidade de Spawn, que deveria liderar os exércitos do inferno. Infelizmente o servo do tinhoso
nunca teve uma representação decente nos cinemas ou nos games. Spawn – Armageddon
foi a única tentativa de haver um game interessante de Spawn no Playstation 2, com direito ao próprio Todd como diretor de produção do game. Poderia a mitologia violenta e gótica de
Spawn ganhar um game realmente à altura dessa vez?

Fiel aos quadrinhos.

Uma vez que a produção geral do game ficou a cargo do criador do personagem não fica a dúvida de que todo o universo grotesco deSpawn está ali. Com hordas de demônios para enfrentar, poderes das trevas aconquistar e uma trama que se amarra bem aos primeiros 99 exemplares da saga. No entanto, o game não se esforça para apresentar esse universo aos novatos,
cujo algumas aparições de personagens conhecidos nos quadrinhos passa totalmente batida para tal publico. Fãs mais ferrenhos do soldado infernal ficam alegres em notar que todo o clima nefasto da trama se encontra presente. Desde inimigos clássicos até aos poderes do herói, como conjurar correntes, disparar raios mortais, usar seu machado e sua capa para planar por cenários. Na falta de maná Spawn apela para suas antigas habilidades de agente da CIA, usando
armas de fogo humanas para liquidar seus oponentes. Spawn toma emprestado o sistema de orb´s de Devil May Cry, coletando-os e trocando por melhorias para seus poderes e para
comprar munição antes de iniciar cada missão.

13 de dez. de 2011

Qual pior jogo de Playstation 2 na opinião de vocês? (encerrado)

O Playstation 2, nosso console eterno, ficou, claro, conhecido como uma da plataformas que tem os melhores jogos já lançados na história.Podemos citar vários: Shadow of the Colossus, Gran Turismo,  The Sims, Need for Speed, FIFA, PES, Resident Evil, Max Payne, Guitar Hero, além do jogo que mais vendeu em 11 anos de PS2 no mercado, a série Grand Theft Auto.Se fossemos falar sobre os ótimos jogos do console, iriamos fazer uma longa postagem.Só que chega de falar dos MELHORES, agora vamos falar dos PIORES jogos de Playstation 2, que diga-se de passagem, também não são poucos!


E ai?Na sua opinião qual o pior jogo de PS2 que você já jogou?Responda nos comentários!Em breve o resultado e uma análise completa do game!

11 de dez. de 2011

Análise: LEGO Star Wars II - The Original Trilogy


Ano de lançamento: 2006
Gênero: Plataforma
Produtora: Traveller's Tales

Após o grande sucesso de LEGO Star Wars - The Videogame a TT Games e a Lucas Arts se uniram novamente e lançaram LEGO Star Wars II - The Original Trilogy, um game que assim como seu antecessor é recheado de humor e diversão, mas com algumas novidades.

O game é uma continuação direta do primeiro e mostra os eventos ocorridos na trilogia clássica composta pelos episódios IV (A New Hope), V (The Empire Strikes Back) e V (Return of the Jedi). A história do game é bem fiel a dos filmes, mas com uma pequena pitada de humor em algumas circunstâncias, marca registrada da série LEGO.

Cada filme é dividido em 6 fases, tendo ainda uma fase bônus para cada um deles que só é desbloqueada após coletar todos os gold bricks daquele filme. Essas fases bônus são divididas em 3 partes: Super Story, que consiste em refazer as 6 fases do filme em menos de uma hora; Character Bonus e Minikit Bonus, ambas consistem em coletar um milhão de peças LEGO no menor tempo possível.

A jogabilidade é bem fluída e simples. É possível jogar individualmente com a inteligência artificial do game controlando um dos personagens, sendo que esta na maioria das vezes responde as ações corretamente ou cooperativamente com um amigo controlando o segundo personagem. É importante ressaltar que a câmera do modo cooperativo às vezes pode atrapalhar, já que a tela não fica dividida. As fases são fáceis e apresentam um design muito bonito e fiel aos filmes. Ao terminar uma fase novos personagens são desbloqueados, mas para ter acesso a alguns será necessário comprá-los na Mos Eisley Cantina. É tanto que alguns itens só podem ser adquiridos controlando determinados personagens.


6 de dez. de 2011

Analise: Kingdom Hearts II



Ano de lançamento: 2005
Gênero: RPG/Ação
Produtora: Square Enix

Em 2002 muitas pessoas não acreditaram que a mistura entre Disney e personagens da série Final Fantasy pudesse dar certo. Não só deu certo como ainda rendeu uma continuação do game Kingdom Hearts intitulado Kingdom Hearts II. O game se passa após o primeiro, mas não pensem que a história é fácil de entender. Entre o primeiro e segundo game outros fatos aconteceram, os quais são contados em Chain of Memories e 358/2 Days (este exclusivo do DS).

No começo do jogo você controla o personagem Roxas, nobody de Sora. A princípio o game parece um pouco parado, mas depois do começo chato a verdadeira ação começa. A história do game gira em torno de Sora, Donald e Goofy tentando encontrar Riku e o Rei, derrotar e aprender sobre os novos inimigos chamados de nobodys e descobrir e impedir os planos da Organization XIII. Dessa vez novos mundos da Disney são apresentados e outros são revisitados. Há também a presença de novos personagens tanto da série Final Fantasy como do próprio jogo.

A jogabilidade se mantém a mesma apresentada em Kingdom Hearts, porém mais refinada. Toda a ação acontece em tempo real e não em turnos como nos tradicionais jogos da série Final Fantasy. A câmera que no game anterior não era muito boa, mudou e agora está muito melhor, facilitando a movimentação dos personagens e poucas vezes atrapalhando. É uma pena que o as vezes o game se mostre um pouco repetitivo, já que os objetivos são quase sempre os mesmos: ir até determinado lugar enquanto vai enfrentando vários heartless e nobodys e depois ver uma cutscene até encontrar o chefão.



No game também foi acrescentado os forms, que são combinações feitas entre Sora e Donald e/ou Pateta criando um personagem mais poderoso que utiliza duas Keyblades para lutar, com exceção da Wisdom Form. Os comandos na hora do combate foram melhorados e parecem fluir. A presença dos Reaction Comands, que nada mais é do uma sequência de botões a ser apertada na hora certa contribui com isso.

As viagens na Gummi Ship também sofreram alterações e estão muito mais divertidas. Foram acrescentadas diversas missões nas fases com a Gummi Ship e sempre com boas recompensas como naves excluisvas e itens para melhorar o desempenho da Gummi.

Outro ponto a ser destacado são os gráficos. Com certeza Kingdom Hearts II apresenta um dos gráficos mais lindos do PS2. As cutscenes estão excelentes e a dublagem também foi muito competente. O universo da Disney foi muito bem retratado no game e por diversas vezes você terá a sensação de estar imerso nesse universo.

A trilha sonora é um assunto à parte. As músicas compostas por Yoko Shimomura são muito lindas e se encaixam perfeitamente na história.

Veredicto:
Kingdom Hearts II é um jogo que merece destaque. Sua história e personagens cativantes conquistaram uma geração de fãs. Apesar do começo ser um pouco cansativo e o game se mostrar as vezes um pouco repetitivo ele é extremamente recomendado a qualquer fã de um bom RPG. Para aqueles que acham Kingdom Hearts II um jogo infantil: o game tem uma história profunda e com certeza é um dos melhores jogos lançados para PS2.

Notas:

- Gráficos: 10.0

-Jogabilidade: 9.5

- Sons: 10.0

-História: 9.0

- Diversão: 10.0

Por: Bella Alves

4 de dez. de 2011

Devil May Cry 3 - Dante´s Awakening



Ano de lançamento: 2005
Gênero: Ação.
Produtora: Capcom.






Os fãs gritaram, a Capcom escutou! Devil May Cry 3 – Dante´s Awakening bota a série nos trilhos, depois de um episódio que desagradou pelo menos 90% dos fãs que o game adquiriu com sua estreia em 2001. A Capcom não teve medo de apostar na formula que deu certo no primeiro game, e mesmo que adicionando poucas inovações Devil May Cry 3 fez bonito, pelo simples fato de repetir uma formula de sucesso com um trabalho técnico mais caprichado. O enredo do game se passa bem antes dos títulos anteriores. Somos apresentados a um Dante mais jovem, que precisa enfrentar o seu irmão, Virgil.
Caçando demônios com “Style”
O Hack and Slash praticamente foi inventado pela franquia Devil May Cry, e ainda que títulos como God of War e Dante´s Inferno tenham adaptado bem o gênero, a série da Capcom ainda se prova eficiente na hora de explorar sua fórmula de sucesso. Os combates rápidos e frenéticos retornam com a mesma dificuldade insana presente no primeiro DMC, mas com uma diferença muito interessante: O Style. Agora o jogador pode selecionar entre seis estilos diferentes de combate, sendo que somente quatro estão liberados de inicio; Trickster (foca-se em técnicas evasivas), Swordmaster (focado em técnicas com espadas), Gunslinger (aprimora técnicas com armas de fogo) e Royalguard (valoriza defesa e contra-ataque). Cada Style prioriza um tipo de jogabilidade especifica, além de também aumentar de nível à medida que se derrota inimigos. É altamente recomendável que o jogador se foque em evoluir apenas um Style, podendo usar as primeiras missões apenas para testar qual Style lhe agradará mais.