Mostrando postagens com marcador Diego A.L Caetano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Diego A.L Caetano. Mostrar todas as postagens

5 de jun. de 2011

ANÁLISE: CALL OF DUTY FINEST HOUR


Desenvolvedora: Spark Unlimited









Distribuidora: Activision Blizzard
Lançamento: 16 de novembro de 2004
Modos de jogo: Single Player e Multiplayer online
Classificação: TEEN





A série Call of Duty veio ao mundo em 2003 para PC pela Infinity Ward, tornando-se um sucesso instantâneo de crítica e público, se tornando um dos melhores games daquele ano. O FPS, ambientado na Segunda Guerra Mundial, apresentava um estilo de narrativa e ritmo de ação nunca antes visto em nenhum outro título do gênero, com a guerra sendo apresentada pelo ponto de vista dos exércitos americano, britânico e russo e com uma grande quantidade de soldados e veículos bélicos povoando os campos de batalha, além de muitas explosões e balas voando para todos os lados . Devido a sua revolução e qualidade, o game acabou sendo comparado a outra grande série mais antiga do gênero, Medal of Honor. Não demorou muito para o sucesso de Call of Duty fazer com que as produtoras sentissem a necessidade de lançar versões para consoles, dessa vez pelas mãos da desenvolvedora Spark. Call of Duty Finest Hour não seria uma simples conversão da versão de Pc para o PS2, Xbox e Game Cube, ele seria um game totalmente novo, funcionando como o primeiro episódio da estréia da série nos consoles. Embora o título não tenha alcançado a grandiosidade comparado com o Call of Duty do PC, o game conseguiu transportar todo o ritmo de guerra e estilo de narrativa , apresentando um ritmo de ação frenético nunca antes visto em nenhum FPS do PS2 até o momento, além da possibilidade de controlar soldados de nações diferentes nos mais variados locais e cenários da guerra, tornando-se um dos melhores títulos do gênero no console.









18 de mai. de 2011

Entenda porque esse jogo foi cancelado: Táxi Driver - The Game

Por volta de 2005, várias produtoras de games estavam desenvolvendo adaptações de filmes clássicos do cinema como The Godfather, Scarface, The warriors e tantas outras obras-primas. Em meio a isso a Majesco resolveu fazer uma adaptação de Táxi Driver, filme de 1976 dirigido pelo mestre Martin Scorsese e estrelado pelo jovem Robert de Niro, considerado um dos maiores clássicos do cinema e estando entre os 100 melhores filmes de todos os tempos.




SOBRE O GAME

















Táxi Driver: The Game não seria apenas uma adaptação com tudo o que já vimos no filme, ele iria se passar após o final dele, quando o par romântico de Travis Bickle (Robert de Niro), Betsy, é assassinada por uma gangue de Nova York. A partir daí, o taxista entra em uma corrida por vingança, percorrendo a Big Apple com seu táxi atrás de pistas e cumprindo missões que o levem a vingar a morte de sua amada.




Como não poderia deixar de ser, a mecânica de Táxi Driver seguiria o estilo mundo-aberto da série GTA e seus clones, com o jogador podendo movimentar o personagem de Robert de Niro livremente pela cidade de Nova York, mas teria algumas diferenças em relação a outros títulos do género. A polícia não iria persegui-lo, caso você começasse a matar inocentes ou fazer loucuras pela cidade. Como no filme, Travis Bickle é um cara comum, não um gângster ou criminoso, portanto, a cada morte desse tipo ele iria se sentir mal, assim como na versão cinematográfica. Ao matar gente inocente, a tela começaria a ficar vermelha( inspiração para o game Infamous do PS3 ? talvez...) até chegar ao ponto de escurecer, mandando o herói de volta para o começo de sua última missão. Dava para se notar que o game teria qualidade, além de acrescentar novidades ao gênero.




O CANCELAMENTO



Infelizmente, a Majesco estava passando por uma grande dificuldade financeira, muito devido ao fracasso de público e crítica que foi a adaptação de outro grande clássico do cinema , o filme Tubarão de Steven Spielberg, que foi lançado para PS2 e Xbox. Sem dinheiro para continuar a produção do game de Táxi Driver, a distribuidora teve que interromper seu desenvolvimento, se juntando ao limbo dos muitos games cancelados por diversas produtoras ao redor do mundo. Uma pena, afinal, seria mais um game sand-box ao estilo GTA para os donos de um PS2 e Xbox na época, além de ser mais uma adaptação de um filme clássico do cinema. Quem sabe num futuro, a Majesco ou outra produtora não resolva tirar o game da gaveta e refazê-lo do zero? sonhar é preciso...

24 de abr. de 2011

A HISTÓRIA DO PLAYSTATION 1 PARTE 3: O LEGADO

Chegamos ao final da matéria sobre a história do Playstation 1 com a terceira e última parte, domingo e quinta-feira passados eu postei respectivamente a primeira e segunda parte que falavam sobre a origem e a ascensão do console, sua revolução e a batalha contra as concorrentes Sega e Nintendo que o levou a sua liderança na indústria de games. Agora, a terceira parte irá mostrar o legado que o Playstation deixou para a indústria de games, resultando em consequências que mudaram para sempre a ''cara'' dos jogos eletrônicos e o mercado de consoles.




PARTE 3: O LEGADO


Com o fim da Segunda Grande Guerra dos consoles e a vitória da Sony sobre as até então líderes Sega e Nintendo, ela passou a desencadear profundas transformações no mercado mundial de games. O grande avanço tecnológico trazido pelo PS1 e a apresentação luxuosa de seus grandes hits tiveram duas importantes consequências. Em primeiro lugar, tornaram a produção de jogos para consoles mais parecidas com a de jogos para PC. Criar jogos para NES, SNES ou Mega Drive era uma atividade bastante especializada, na qual era preciso fazer o melhor possível com CPU e memória limitada, além de calcular bem o uso de espaço nos pequenos cartuchos. Por outro lado, a criação de jogos para PC sempre foi mais aberta, dando mais espaço a liberdade criativa e ao uso generoso dos recursos do sistema. Exemplos disso são jogos como Myst, tecnicamente bastante simples, mas com enorme mérito artístico. Jogos assim só eram possíveis no PC, mas se tornaram viáveis também num console doméstico, o PS1. Isso atraiu dezenas de novos desenvolvedores de jogos para o mercado de consoles e ocasionou a migração de desenvolvedores norte-americanos e europeus para o PS1.

21 de abr. de 2011

A HISTÓRIA DO PLAYSTATION 1 PARTE 2: A ASCENSÃO

Esta é a segunda parte sobre a história do Playstation 1, domingo passado eu postei a primeira parte que contava sobre sua origem, agora iremos ver a batalha que ele travou conta as suas concorrentes e sua ascensão rumo ao topo na indústria dos games!




A SEGUNDA GRANDE GUERRA DOS CONSOLES



PARTE 2: A ASCENSÃO



Após a revolução do Playstation 1 depois de seu lançamento, a indústria e as empresas de games como a Nintendo e a Sega teriam que acompanhar essa mudança. Assim como o lançamento do Mega Drive forçou a Big N a entrar na era dos 16-BIT com o Super NES, a Sega largou na frente em 1994 com um console para a geração seguinte, o Saturn. Em meio a isso a Nintendo resolveu permanecer quieta, decidindo aproveitar a fase de maturidade dos jogos de Super NES. Ela levaria o tempo que fosse necessário para planejar seu próximo console, observando seus competidores enquanto isso. Deste modo , a Segunda Grande Guerra dos consoles foi travada entre a Sega e a Sony, pelo menos por enquanto.

17 de abr. de 2011

A HISTÓRIA DO PLAYSTATION 1 PARTE 1: A ORIGEM

Como o blog está aceitando análises de PLAY1, irei começar uma matéria dividida em três partes sobre a história deste grande e revolucionário console, o pai de todos os PLAYSTATIONs. Nesta primeira parte, como diz o título, irei mostrar os primeiros passos que a SONY deu na indústria de games e os rumos que ela foi tomando até culminar no surgimento do PLAYSTATION 1.



PARTE 1: A ORIGEM


Início dos anos 90. A primeira Grande Guerra dos consoles estava sendo travada entre as gigantes NINTENDO e SEGA com seus respectivos consoles SUEPER NES e MEGA DRIVE, cada uma competindo furiosamente para alcançar o topo na indústria, com uma enxurrada de jogos cada vez melhores para alegria dos jogadores na época. Em meio a tudo isso e percebendo o lucro que poderiam ter neste ramo do entretenimento, a SONY resolveu dar os seu primeiros passos na indústria de games se misturando á multidão de empresas que criavam jogos para os consoles da SEGA e NINTENDO com o selo SONY IMAGESOFT.

2 de abr. de 2011

Analise: Time Spliters 2

Produtora: Free Radical Design
Distribuidora: Eidos
Gênero: FPS
Lançamento: 9 de outubro de 2002
Modos: Singleplayer e Multiplayer
Classificação: Teen




Em 1997, ''Goldeneye'' foi lançado para o Nintendo 64 e revolucionou o gênero FPS nos consoles ao apresentar uma ótima campanha single palyer e um excelente modo multiplayer. Tempos depois, três dos principais membros responsáveis pelo jogo abandonaram a RARE (desenvolvedora) para fundar a FREE RADICAL, onde suaram a camisa para terminarem o FPS TimeSplitters a tempo do lançamento americano do PS2 em 2000. Por apresentar uma história bem original e um grande e genial modo Multiplayer, além de humor (algo incomum para a maioria dos FPSs), o game foi um sucesso instantâneo, merecendo assim uma sequência. Em 2002, a continuação TimeSplitters2 foi lançada, reparando diversos erros do primeiro game e uma ênfase maior no modo singlepalyer em relação a anterior, além de gráficos melhores, o que o tornou um dos melhores jogos do gênero no console, principalmente pelo seu ótimo modo multyplayer.


DE VOLTA PARA O PASSADO... E FUTURO Em TimeSplitters 2 o modo campanha pode ser jogado sozinho ou cooperativamente, além de estar maior e possuir uma trama mais elaborada em relação a versão anterior. Nesta sequência, o grupo de alienígenas bandidos chamado TimeSplitters está de volta e desta vez roubaram uma série de cristais do tempo que irão permitir viajarem através das eras para mudar os rumos da história da humanidade, afim de resultar em consequências catastróficas. Para evitar isso, o personagem terá que viajar através do tempo para recuperar os cristais de volta e impedir novamente que os TimeSplitters mudem os rumos da história.

São ao total 10 níveis que se passam em diferentes épocas e lugares, como a Chicago dos gângsteres de 1930, o velho-oeste do século 19 e até mesmo a NeoTokyo de 2019 e uma estação espacial em 2401. As fases possuem objetivos primários e secundários bem variados, sendo que outros aparecem no decorrer das missões, além de contarem com enigmas, quebra-cabeças, inimigos e desafios dos mais diversos. Existe muita interação com os cenários, como por exemplo, se o personagem estiver pegando fogo, ele pode se molhar embaixo de um chuveiro ou qualquer outra fonte de água, entre muitos outros tipos de interações. Em meio a toda essa gama de variedades e possibilidades, o jogador ainda pode cumprir as missões como quiser, seja de modo furtivo ou franco. Em ambos esses meios as fases não deixam a desejar: na primeira fase que se passa em uma represa russa, a prioridade é agir furtivamente, para isso o personagem possui um Sniper-rifle e um pistola silenciadora, além de contar com um mapa para ver a posição dos inimigos e o campo de visão das câmeras de vigilância, elementos que não podem faltar em uma abordagem sutil. Agora, se o jogador quiser agir francamente, atirando em tudo que se vê, não irá se decepcionar, pois terá a sua disposição as AK-47 com lança-granadas dos inimigos que por sua vez são bem variados e contam com uma I.A apurada, caixas e barris explosivos espalhados pelo cenário para detonar com eles e até mesmo a possibilidade do personagem dar socos caso esteja sem munições. A maioria das fases foram projetadas para se adaptar ao gosto e abordagem dos jogadores, o que aumenta muito o valor replay. Para ver os mapas das fases não é preciso ir á um menu, pois o personagem conta com um aparelho que pode ser acessado entre a seleção de armas, onde mostra os mapas das fases, as posições dos inimigos e as localizações dos objetivos. Este aparelho possui até mesmo minigames que podem ser acessados a qualquer momento, como os clássicos jogos SNAKE e SPACE INVADERS, entre outros, todos escondidos em forma de ''cartuchos'' pelas fases para o jogador encontrá-los. O game ainda contém um ''Challenge Mode'', que são mini desafios em cada uma das fases, seja roubar algo de um lugar sutilmente ou eliminar vários zumbis em um determinado tempo, liberando novas opções para o modo multiplayer.
MULTYPLAYER

É no multiplayer que se concentra a maior parte de TIMESPLITTERS 2. Este se situa no modo chamado ARCADE, que é dividido em ARCADE CUSTOM e ARCADE LEAGUE. O ARCADE CUSTOM possui as opções deathmatch, team deathmatch, capture the bag, bag tag, flame tag, eliminação, psiquiatra, vampiro, ladrão, regeneração, sanguessuga, vírus, zonas, assalto, gladiador e assistente de macaco, cada um com diversos personagens e cenários para o jogador escolher. Já no ARCADE LEAGUE, todas essas opções estão divididas em três graus de dificuldade chamados AMATEUR, HONORARY e ELITE, cada um com uma série de jogos diferentes. O game ainda conta com um editor de mapas completo onde o jogador constrói as fases do jeito que quiser, com uma vasta gama de opções como cor, iluminação, objetos, quantidade de inimigos e até mesmo a possibilidades de criar uma história para a partida e personagens, enfim...a gama de ferramentas é infinita onde apenas a criatividade é o limite. O game possui uma imensa lista de personagens que variam desde soldados, passando por cowboys, gângsteres, alienigenas até robôs futuristas e muitos outros a disposição. São ao total 120 personagens, embora a maioria deles esteja bloqueado de início, sendo destravados conforme se ganha nas diversas partidas de jogos. INIMIGOS E ARMAS

TIMESPLITTERS 2 possui uma grande variedade de armas e inimigos, todos característicos das épocas em que se passam as fases. Durante sua jornada pelas diferentes épocas, o jogador irá enfrentar gangsters, cowboys foras-da-lei, nativos aztecas, robôs, alienígenas e até mesmo zumbis( com a possibilidade de arrancar braços e cabeças usando uma arma potente), entre muitos outros inimigos! Só na primeira fase do game, o jogador irá enfrentar soldados russos, zumbis e um imenso helicóptero militar. Cada fase possui um chefão final, mas não apresentam um nível de dificuldade tão grande, mas ainda assim são bastante desafiadores. A I.A dos inimigos é bem apurada, eles se movimentam de um lado para outro enquanto atiram, procuram cobertura e fazem estratégias para cercá-lo e acertá-lo por trás. As armas são características de cada época, ou seja, na fase dos gangsteres de 1930, prepare-se para usar a clássica Thompson 1928, já em uma represa russa em 1990 voçe terá a disposição uma AK-47 e em uma fase ambientada 400 anos no futuro voçe irá experimentar uma potente arma que dispara raios. As armas esbanjam criatividade, como em uma pistola futurista cujos tiros tem o poder de ricochetear pelo cenário, (aumentando a possibilidade de acertar os inimigos...e você) ou no caso do arco-e-flecha, onde se é possível pegar as flechas de volta depois de acertadas. Todas as armas possuem um modo de disparo secundário, além de ser possível usar duas ao mesmo tempo, desde pistolas até metralhadoras. Em relação ao sistema de mira, ao apertar o botão L2, irá aparecer uma mira na tela que não da zoom, mas serve para ser controlada ao movimentar o analógico direito, o que dá uma ótima precisão para acertar os inimigos, sendo tão eficiente quanto as miras tradicionais da maioria dos FPSs. Caso o jogador não se acostume com os controles, é possível customisá-los, algo raro neste gênero de jogo. GRÁFICOS E SOM

Por ser um game de 2002, TIMESPLITTERS 2 não apresenta gráficos tão realistas, mas as cores são bem vivas e a iluminação é um show á parte, dando um ótimo visual ao ambientes e texturas.O visual dos personagens possui um estilo caricato, o que dá uma atmosfera de humor ao game. Os efeitos visuas das armas que disparam raios e tiros de plasma são de encher os olhos, num ótimo jogo de luzes durante os tiroteios, assim como os demais efeitos visuais que também estão competentes. A física cumpre muito bem o seu papel, com uma grande quantidade de objetos que sofrem danos aos disparos de armas e explosões. A trilha sonora possui músicas características de cada época, cada uma com um estilo músical diferente.

FPS ATEMPORAL

TIMESPLITTERS 2 possui um ótimo e vasto modo multiplayer que garante a diversão em grupo por horas e horas a fio, além de possuir uma campanha single player que não fica devendo em nada, apesar de ser um pouco curta. Com diversas modificações e opções de jogo, seu valor replay é praticamente infinito. Um FPS variado em todos os sentidos, com uma história bem original e um ótimo clima de humor que não deve faltar na coleção de nemhum amante de FPS. Um clássico de hontem, hoje e amanhã!


Gráficos:8.5
Som:9.5
Replay:10
Jogabilidade:10

Nota geral:10

21 de mar. de 2011

Analise: Red Faction


Produtora:Volition
Distribuidora:THQ
Lançamento:22 de maio de 2001



Gênero:FPS

Modos:single-player e multiplayer off-line

Classificação:M

Em 2001, o PS2 estava recebendo uma série de FPSs sem muitas inovações e que não despertavam grande interesse dos donos do console. Alguns títulos como TIME SPLITTERS, UNREAL TOURNAMENT e QUAKE 3 até chamavam atenção, mas possuíam nenhuma novidade a outros jogos do género, sendo apenas mais do mesmo. Eis que a THQ resolveu lançar RED FACTION, que por apresentar uma incrível jogabilidade e um sistema de física revolucionário de destruição de cenários, o título acabou sendo o primeiro grande FPS do PS2 e um dos mais aclamados até hoje. Com o passar dos anos e novos FPS sendo lançados, o título e sua continuação foram caindo no esquecimento, sendo que a série voltou a ganhar popularidade com o terceiro game chamado RED FACTION GUERRILLA para os consoles da nova geração. Embora seja um FPS um tanto (injustamente) desconhecido, é um título indispensável para qualquer usuário de PS2 que gosta de FPS.

6 de mar. de 2011

Analise: MANHUNT



Desenvolvedora: Rockstar North
Distribuidora: Rockstar Games




Lançamento: 18 de novembro de 2003

Gênero: Ação e Survival Horror

Modos de jogo: Single-Player




MANHUNT foi produzido e lançado pela ROCKSTAR em 2003 ,estando entre os 10 games mais violentos de todos os tempos. Assim como a série GTA (da mesma distribuidora)MANHUNT gerou muita polêmica no lançamento devido ao seu alto grau de violência, o que fez com que o game fosse vetado em 58 países. Misturando elementos stealth, terror e ação, o game trouxe um estilo de jogabilidade único ao combinar esses fatores, sendo muito bem recebido pela crítica e jogadores, se tornando um título indispensável para os amantes de games violentos.



CONHEÇA JAMES EARL CASH





Voçe entra na pele de JAMES EARL CASH, um condenado no corredor da morte cujos crimes não são revelados para não haver uma antipatia com o personagem. Na noite de sua execução, ele acorda horas depois e descobre que tudo não passou de uma farsa planejada por um diretor banido de HOLLYWOOD chamado LIONEL STARKWEATHER, para faze-lo participar como protagonista de um filme com mortes reais, os famosos SNUFF-MOVIES. Com a mídia pensando que CASH está morto, o diretor sádico o coloca em um jogo de gato-e-rato em que ele tem de sobreviver até o fim e causar o máximo de mortes violentas em seus inimigos. Se ele sair vivo, terá uma segunda chance para ser livre novamente.

20 de fev. de 2011

Analise: HALF-LIFE

PRODUTORA:GEARBOX SOFTWARE


DISTRIBUIDORA:SIERRA

GÉNERO:FPS,SURVIVAL HORROR,FICÇÃO

LANÇAMENTO:14 DE NOVEMBRO DE 2001

MODOS:1-2 JOGADORES

CLASSIFICAÇÃO:M



Quando HALF-LIFE foi lançado em 1998,causou uma grande revolução no gênero FPS e na indústria em geral. Narrativa, gráficos, jogabilidade e ambientação revolucionários que mudaram para sempre os jogos de FPS, influenciando até os títulos de hoje, além de ser comparado com o clássico DOOM devido a grandiosidade da sua revolução. Com um sucesso estrondoso e ganhador de diversos prêmios, incluindo o ''jogo do ano'', a VALVE percebeu que era hora de lança-lo para os consoles. A primeira tentativa, com o DREAMCAST, foi cancelada mas o port estava finalizado, então com o sucesso do PS2 a VALVE resolveu lança-lo para alegria dos usuários do console, além de terem acrescentado mais melhorias ao port.
Lançado em 2001, o game acabou caindo no esquecimento, muito provavelmente pelos sucessos da época como GTA3, METAL GEAR SOLID 2 e FFX. Mesmo sendo(injustamente) um port obscuro, o título é uma oportunidade indispensável que todo jogador de PS2 que gosta de FPS tem que jogar!

13 de fev. de 2011

TOP 5: OS JOGOS MAIS DESTRUTIVOS DO PS2


Olá, sou novo no blog, esta é a minha primeira postagem, então espero que gostem! Neste TOP5 irei mostrar os jogos mais destrutivos do PS2, ou seja, jogos onde explosões e desabamentos reinam soberano e podemos destruir tudo (ou quase tudo) que existe pelos cenários! O único termo de avaliação que levei em conta foi o nível de destruição que o jogo pode proporcionar, deixando gráficos de lado, portanto não se espantem ao verem certos games em determinadas posições! Vamos á lista:

5º BLACK




BLACK foi o FPS que levou não só o género, como o potencial do PS2 ás últimas consequencias! Gráficos fantásticos, explosões espetaculares, doses massivas de poeira para todos os lados e claro muita destruição! Já na primeira fase do game o jogador é colocado em uma enxurrada alucinante de tiros, explosões, poeira e destruição de fazer qualquer um ficar louco e ao longo do jogo o espetáculo destrutivo se torna cada vez maior: casas voam pelos ares, prédios implodem, barris, minas e imensos galões explodem numa reação em cadeia e por aí vai...O ápice acontece na fase do Tivliz Asylum, onde o jogador pode destruir paredes, caminhões, pilares e até mesmo todo um banheiro, além dos grandes buracos de balas espelhados pelos cenários! Está em quinto lugar porque inacreditavelmente existe um FPS mais destrutivo que ele...

4º RED FACTION






RED FACTION seria uma série quase desconhecida nos últimos anos, não fosse a terceira versão lançada em 2009 para PS3, XBOX360 e PC chamada RED FACTION:GUERRILA, que fez a franquia voltar a ser popular. Justamente por essa ausência de anos sem um novo título, muitos nem imaginam que a série teve 2 games lançados nos longínquos anos de 2001 e 2002 para o PS2. Por ter sido lançado nos primórdios da vida do ps2 ,o game foi sendo esquecido com o passar dos anos, sendo que hoje é bem difícil de encontrá-lo. Se você numca jogou RED FACTION, está perdendo um dos jogos mais divertidos do console, uma verdadeira pérola! RED FACTION possui um tecnologia EXCLUSIVA chamada GEO-MOD, que permite destruir todo o cenário de uma forma que você não vai ver em nenhum outro game do PS2: por exemplo, se você tiver uma bazuca ou explosivos é possível fazer um ''túnel'' em uma parede e sair do outro lado do cenário, abrir imensas crateras no chão até formar um abismo, derrubar pontes e por aí vai...Ao contrário de BLACK, em que paredes e outros elementos se quebram sempre nos mesmos lugares, em RED FACTION a destruição nos cenários e elementos sempre será diferente! O game ainda apresenta uma ótima jogabilidade, com um estilo de narrativa similar a HALF-LIFE! A segunda versão lançada em 2002 é inferior, pois a engine responsável pela destruição possui diversas falhas, além de ser um jogo curto, o que faz com que o primeiro seja o melhor da série no PS2! Não é a toa que RED FACTION está entre os 100 melhores games deste console!

3º TRANSFORMERS: THE GAME





Games baseados em filmes geralmente são ruins, mas existem as excessões e TRANSFORMERS conseguiu alcançar parte disto, sendo apenas um jogo mediano. Mas se tem uma coisa que TRANSFORMERS: THE GAME reproduziu bem da versão cinematográfica foi a destruição, que chega a superar o próprio filme neste ponto! Todas as construções no cenário podem ser destruídas, assim como é possível arremessar uma quantidade absurda de elementos como carros, postes, árvores, pneus(!) e diversos outros objetos em tudo e em todos. Os prédios e casas não chegam a desabar, mas suas paredes e telhados vão abaixo, ficando apenas o ''esqueleto''das estruturas. Quanto mais destruição o robozão fizer, mais reforços serão chamados resultando em um combate desenfreado! Não é um grande game, mas satisfaz bastante o jogador que gosta de destruir cenários!

2º THE INCREDIBLE HULK: ULTIMATE DESTRUCTION





HULK: ULTIMATE DESTRUCTION, ao lado de BATMAN ARKHAM ASYLUM, é um dos melhores jogos de super-heróis, pois conseguiu capturar todo o universo do monstro verde presente nos quadrinhos, e claro, para ser um game fiel ao personagem não poderia faltar destruição, mas muita destruição! O game se passa em dois grandes mapas abertos (uma cidade e um deserto), o que possibilita muita liberdade de ação! Nada nem ninguém escapa da fúria incontrolável do HULK: assim como em Transformers, é possível pegar e arremessar tudo que se vê pelos cenários, como carros, postes, pedras e nem mesmo os pobres pedestres e animais escapam das garras do monstro verde, além de ser possível derrubar alguns prédios e pontes. Na hora do combate o HULK pode usar QUALQUER coisa como arma, como pegar um veículo e parti-lo ao meio para usar as duas partes como um par de ''LUVAS'' de metal retorcido ou pegar um míssil que está vindo em sua direção e arremessá-lo de volta aos inimigos. Assim como em Transformers, quanto mais destruição o jogador fizer, mas reforços serão enviados para tentar dete-lo! Se você é fã ou não do HULK mas gosta de destruição, jogue este game, pois numca a fúria do monstro verde foi tão bem retratada em um game antes!

1º MERCENARIES: PLAYGROUND OF DESTRUCTION





MERCENARIES é como um GTA militar, ou seja, sai a máfia e entra o exército! Com isto, o game pega a ação de GTA e o eleva a quinta potência! Ambientado na Coréia do Norte após um golpe militar em um futuro próximo, o jogador é colocado em um imenso ambiente aberto assolado pela guerra onde exércitos da China, Coréia do sul, EUA e até mesmo a máfia russa decidem intervir! Por onde o jogador passa, se deparará com diversos confrontos entre exércitos, jatos riscando os céus e até equipes de reportagem fazendo matérias pelos locais. Mas é na destruição que MERCENARIES faz juz ao nome, sendo o game mais destrutivo do PS2! TODAS as construções podem ir completamente abaixo, sem excessão, desde uma simples casa até um imenso edifício pode ser totalmente desabado sem dó nem piedade, assim como pontes e diversas outras estruturas! As explosões tambem são um show a parte, com ótimos efeitos pirotécnicos e o ápice da destruição acontece quando uma bomba nuclear é detonada, devastando tudo ao redor! Com a possibilidade de escolher 3 personagems, o game conta com uma vasta quantidade de armas e veículos bélicos! A segunda versão do game tambem foi lançada para o PS2, mas possui diversas falhas, bugs e muitos efeitos gráficos de destruição e explosão foram retirados, além de ser ridículamente curto! MERCENARIES é um dos melhores games sandbox do ps2! Se você gosta de destruição, MERCENARIES é o jogo certo!


Concordam com meu TOP 5? Se não concordarem ou souberem de outro jogo mais destrutivo,comentem a vontade e deem suas opiniões!